Luiza Testa atua em projetos curatoriais que investigam questões contemporâneas relacionadas a gênero, sexualidade, ecologia e cultura digital. É curadora das exposições Ser em vez de estar (MAC Campinas – 2026), Um Teto (MAC Niterói – 2026), A visão revela aquilo que o tato já sabe (Edelstein – 2026), Etnogênese – O que é e o que pode ser (MAC Niterói,– 2024 e MAC Sorocaba, 2026), Manacá (Embaixada do Brasil em Londres, Reino Unido – 2025), Ah, eu amo as mulheres brasileiras! (CCSP, São Paulo – 2023 e MAC Niterói, Rio de Janeiro – 2024), A terra do mar (Espaço Alto, São Paulo – 2024), ESPANTO! (São Paulo, 2024), Oh, I Love Brazilian Women! (apexart, Nova York – 2022), OBSCURA (Vila Itororó, São Paulo – 2022), dentre outras. Foi curadora assistente de Espirales Transatlánticas, na Bienal de Havana (Cuba – 2024/25) e jurada do Comitê de Indicação do Prêmio Pipa 2025. Em 2026, foi uma das participantes selecionadas para o Intensivo Curatorial da ICI em Montevideo, no Uruguai.
Bacharel em Letras pela Universidade de São Paulo (USP) e Mestre em Teoria Crítica (Critical Theory and the Arts) pela School of Visual Arts – New York, em 2017, foi estagiária no departamento de Curadoria do museu Solomon R. Guggenheim, em Nova York.
Em 2025, atua como curadora assistente de Espirales Transatlánticas, na Bienal de Havana, faz a curadoria das exposições individuais de Juli Manara, Manacá, na Embaixada do Brasil em Londres e Carla Duncan, na OMA Galeria. É jurada do Prêmio Pipa 2025.
Em 2024, realiza as exposições A terra do mar, de Poli Pieratti em São Paulo, e Etnogênese – O que é e o que pode ser, de Marcelino Melo, no MAC Niterói. Realiza também o projeto ESPANTO!, que visa levar obras de arte para lugares inusitados, como uma lavanderia.
Em 2023, a exposição Ah, eu amo as mulheres brasileiras! ganha duas edições no Brasil: no CCSP, em São Paulo, e no MAC Niterói, no Rio de Janeiro.
Em 2020, sua exposição Oh, I Love Brazilian Women! foi uma das quatro selecionadas entre mais de 400 propostas e foi exposta na apexart, em Nova York, em janeiro de 2022. No mesmo ano, realiza a exposição OBSCURA, no Centro Cultural Vila Itororó, em São Paulo.
Em 2017, foi estagiária no departamento curatorial do Solomon R. Guggenheim Museum em Nova York.